sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Notícias Tcheca

       Tradicionalmente, a medicina na República Tcheca tem alto nível. Muitas descobertas e tratamentos bem sucedidos são resultados de pesquisas de médicos tchecos. A equipe dirigida pelo doutor Marek Trneny, da Faculdade de Medicina da Universidade de Carlos, de Praga, confirmou a eficiência da “lenalidomida” para combater certo tipo de tumor no sangue.O risco de óbito de pacientes com esse tipo de câncer, que fez uso do novo defensivo, diminuiu em 39%. Um dos curados foi o principal cantor popular tcheco, Karel Gott. Os resultados da pesquisa foram publicados na prestigiosa revista Lancet Oncology. Outra doença terrível é o mal de Alzheimer. O time da Academia de Ciências Tcheca descobriu qual é o princípio das moléculas da doença, abrindo, assim, caminho para o desenvolvimento do tratamento adequado.

    O inverno deste ano na República Tcheca veio para valer. Além de rios e lagoas, congelaram as fontes de águas termais nas cidades turísticas de Karlovy Vary e Mariánské Lázne. Só se salvaram as fontes que brotam da terra com alta temperatura. Mas quando água cai na terra, logo congela. 

   A melhor notícia que a população tcheca recebeu nos últimos anos foi a proposta apresentada no Congresso para diminuir os impostos sobre a cerveja, a principal paixão do povo. Torcida não falta para que a medida seja aprovada, e logo!


sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Notícias Tchecas

     A crise econômica mundial não atingiu a marca Skoda que fabrica, há mais de cem anos, automóveis na República Tcheca. Ao contrário, a venda no primeiro semestre do ano passado subiu 4,6%, atingindo o total de 570 mil unidades comercializadas. Somente em junho, foram vendidas quase cem mil unidades. Os principais mercados estão na Europa e na China. Os modelos de preferência dos consumidores são Fabia, Superb e Yeti. Esse sucesso de vendas refletiu no aumento de lucro da fábrica que, no primeiro trimestre do ano passado, acusou 315 milhões de euros. Nada mal. Só falta exportar para o Brasil.
  

    Há poucos dias, o diretor do departamento da polícia que investiga o crime organizado na República Tcheca anunciou que o número de crimes no ano passado caiu 12%, e, dos 127 assassinatos acometidos em 2016, 97% foram esclarecidos e os autores presos. O número de assassinatos por ano no país é menor do que o número de assassinatos por dia no Brasil. Enquanto no Brasil as penitenciárias sofrem de superlotação, nas terras tchecas sobram vagas. Se a situação continuar assim, algumas delas serão fechadas e os juízes correm o risco de ficarem desempregados!

     O Inverno deste ano chegou à República Tcheca com força total. O frio é tanto que as lagoas e partes calmas dos rios congelaram, para alegria dos patinadores que estão aproveitando essas condições favoráveis para prática do esporte. Para o gelo suportar o peso das pessoas, deve ter a espessura de, no mínimo, 16 milímetros. A grande vantagem das pistas naturais é a extensão, às vezes de quilômetros, e principalmente o livre acesso, sem cobrança de entrada.   


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Notícias Tchecas

     O mundo está sofrendo uma onda de atentados, revoltas, sequestros, terremotos e outras desgraças, deixando a população apavorada, com medo de tudo. Viajantes evitam visitar Paris, Berlim, Itália, Israel, Damasco e outros centros turísticos. A população de vários países evita frequentar lugares de grandes aglomerações, isso sem falar nos brasileiros que têm medo de sair na rua, onde os assaltantes aguardam as vítimas. Na contramão dessa situação, encontra-se a população da República Tcheca, conforme uma pesquisa recente. Enquanto mais da metade dos habitantes da Europa declara que se sente insegura, 82 % dos tchecos se consideram seguros no seu país.


      Muito se fala sobre refugiados que fogem da guerra,  da fome ou da tirania para países mais tranquilos. População e governos os apoiam ou hostilizam. Numa carta com felicitações natalinas, um cidadão tcheco comum divagou sobre o assunto, lembrando que há dois mil anos dois migrantes judeus chegaram a Belém, onde nasceu uma criança que provocou mudanças no comportamento da humanidade. Retirantes históricos se contentaram com estalagens e não exigiram nenhuma vantagem. Retirantes atuais, que aceitam os costumes dos países que os hospedam e não impõem condições econômicas, religiosas ou políticas, não ameaçam nem infundem idéias e tradições, são bem vindos. Caso contrário, são reprimidos e devolvidos para o lugar de onde vieram. É o mundo cada vez mais injusto!