Em 17 de Novembro de 1989,
28 anos atrás, um movimento popular derrubou o regime comunista patrocinado
pela antiga União Soviética, que governava a então Tchecoslováquia havia 40
anos. Caracterizado pela opressão policial, o regime perseguia implacavelmente
os opositores, especialmente intelectuais, escritores e artistas. No campo
econômico, os resultados eram catastróficos. As indústrias, o comércio e os
serviços eram estatais e todos os trabalhadores eram funcionários públicos, E
como tal, não existiam para eles estímulos para aumentar ou melhorar a
produção. Faltava tudo no mercado, até comida. A insatisfação popular culminou
naquele novembro de 1989 com manifestações na capital e em outras grandes cidades,
e teve a participação de milhões de pessoas. Foram demonstrações pacíficas, mas
de muita força moral, apelidadas posteriormente de Revolução de Veludo. Um dos
líderes desse movimento foi o escritor Václav Havel, que passou vários anos em
prisões comunistas e que, mais tarde, foi eleito presidente da República. O
lema da Revolução de Veludo era: “O amor e a verdade devem vencer a mentira e o
ódio”. Passados 28 anos, uma pesquisa
revelou que parte da população tcheca, que atualmente vive num regime democrático
e numa sociedade de consumo, já se esqueceu das dificuldades do regime
tirânico. E hoje, apesar da prosperidade da população, existem críticas à
situação atual. É uma característica do
ser humano essa de sempre reclamar e estar descontente. A principal crítica se
refere ao lema da revolução: “o amor e a verdade devem vencer a mentira e o
ódio” que é incontestável no seu conteúdo, mas muito difícil de ser implantado
numa sociedade contemporânea.sexta-feira, 17 de novembro de 2017
Notícias Tchecas
Em 17 de Novembro de 1989,
28 anos atrás, um movimento popular derrubou o regime comunista patrocinado
pela antiga União Soviética, que governava a então Tchecoslováquia havia 40
anos. Caracterizado pela opressão policial, o regime perseguia implacavelmente
os opositores, especialmente intelectuais, escritores e artistas. No campo
econômico, os resultados eram catastróficos. As indústrias, o comércio e os
serviços eram estatais e todos os trabalhadores eram funcionários públicos, E
como tal, não existiam para eles estímulos para aumentar ou melhorar a
produção. Faltava tudo no mercado, até comida. A insatisfação popular culminou
naquele novembro de 1989 com manifestações na capital e em outras grandes cidades,
e teve a participação de milhões de pessoas. Foram demonstrações pacíficas, mas
de muita força moral, apelidadas posteriormente de Revolução de Veludo. Um dos
líderes desse movimento foi o escritor Václav Havel, que passou vários anos em
prisões comunistas e que, mais tarde, foi eleito presidente da República. O
lema da Revolução de Veludo era: “O amor e a verdade devem vencer a mentira e o
ódio”. Passados 28 anos, uma pesquisa
revelou que parte da população tcheca, que atualmente vive num regime democrático
e numa sociedade de consumo, já se esqueceu das dificuldades do regime
tirânico. E hoje, apesar da prosperidade da população, existem críticas à
situação atual. É uma característica do
ser humano essa de sempre reclamar e estar descontente. A principal crítica se
refere ao lema da revolução: “o amor e a verdade devem vencer a mentira e o
ódio” que é incontestável no seu conteúdo, mas muito difícil de ser implantado
numa sociedade contemporânea.sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Notícias Tchecas
Em janeiro do ano que vem será eleito o novo
presidente da República Tcheca, ou Tchéquia. Os principais candidatos
participam de debates na TV. 19 concorrentes, entre eles o presidente
atual, Milos Zeman, estão regularmente inscritos e em condições legais de
participar do sufrágio popular. Conhecido como simpatizante da Rússia e da
China, Zeman é frequentemente hostilizado pela população pró ocidente.
Aparentemente de saúde fragilizada, circulam na internet notícias sobre doenças
do presidente, algumas bem graves. Já seu médico particular afirma que, apesar
de certas dificuldades de locomoção, a saúde dele está sob controle,
enfatizando que até o nível de açúcar no sangue diminuiu. Assim, afirma, ele
está em condições de exercer mais um mandato do principal cargo da república. A
decisão está nas mãos dos eleitores.
A taxa de desemprego
na Tchéquia, atualmente de 3,8%, é a menor entre os países da União Europeia.
Faltam traba- lhadores para ocupar vagas disponíveis na indústria e no comércio.
O número de estrangeiros com carteira assinada aumenta a cada ano. Em 2016
atingiu o respeitável número de quase 400 mil pessoas. A maioria dos
estrangeiros que trabalha regularmente no país é de eslovacos, que representam
2/5 desse total. Outro grupo significativo é da Ucrânia. O Governo tcheco
facilita a autorização de trabalho para cidadãos da União Europeia, para
estrangeiros que estudam ou se formaram na República Tcheca e para estrangeiros
que têm residência definitiva no país.quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Notícias Tchecas
No
dia 28 de Outubro comemorou-se o dia nacional tcheco, ocasião em que se
relembra a fundação da Tchecoslováquia em 1918. Até aquele ano, existia um
reino tcheco, às vezes independente, as subordinado a vizinhos poderosos. Por
cerca de 400 anos, de 1526 a 1918, o reino tcheco viveu incorporado ao império
Austro - Húngaro governado pela a família de Habsburg. Durante o domínio,
austríacos tentaram de todas as formas “germanizar” o povo tcheco e convertê-lo
à religião católica. Terminada a Primeira Guerra Mundial, o povo tcheco
reconquistou sua independência, libertou-se do jugo austríaco e criou a
primeira república chamada Tchecoslováquia, unindo a Boêmia e a Morávia, (que
abrigavam o povo tcheco), a Eslováquia , e o povo de uma pequena parte da
Rússia, que se situava aos pés das montanhas chamadas “Carpatas”.
Assinar:
Postagens (Atom)



