Nesse início de ano, foram lembrados os 65 anos de morte de FRED FIGNER, um do
s muitos tchecos que se mudaram para Brasil e ajudaram no progresso deste país. FRED FIGNER foi o precursor da indústria fonográfica no Brasil. Nascido em 1866, ainda jovem emigrou para os Estados Unidos, logo após a invenção do fonógrafo por Thomas Edison. Visionário, Figner percebeu a importância do aparelho, comprou várias unidades e, mesmo sem falar nenhuma palavra em português, mudou-se para o Brasil e se estabeleceu no Rio de Ja
neiro. Lá, abriu a Casa Edison e começou a comercializar esses primeiros fonógrafos. E, quando o equipamento de gravação, inventado havia pouco, foi aperfeiçoado, Figner abriu o primeiro estúdio de gravação no Brasil. O sucesso foi tanto que ele instalou uma indústria fonográfica de grande porte, dando origem ao consagrado selo Odeon. Conviveu com muitos artistas e acompanhou a situação de penúria que algum deles enfrentavam ao chegar á velhice. Sensibilizado, Figner doou um terreno, em Jacarepaguá, no Rio, para a construção de um abrigo que funciona até hoje, o atual Retiro dos Artistas. Figner faleceu em 1947, aos 81 anos de idade, deixando uma grande contribuição à música brasileira e ao meio artístico, reconhecida pela classe musical e pela população.


A ultima semana de fevereiro, foi concluída a fabricação de um dos três sinos de substituirão os roubados da Catedral de São Vito, no Castelo de Praga, durante a Segund

No final de semana passada, a patinadora tcheca Martina Sablikova conquistou pela sexta vez consecutiva a
