
Muito se fala
sobre refugiados que fogem da guerra, da
fome ou da tirania para países mais tranquilos. População e governos os apoiam
ou hostilizam. Numa carta com felicitações natalinas, um cidadão tcheco comum
divagou sobre o assunto, lembrando que há dois mil anos dois migrantes judeus
chegaram a Belém, onde nasceu uma criança que provocou mudanças no
comportamento da humanidade. Retirantes históricos se contentaram com estalagens
e não exigiram nenhuma vantagem. Retirantes atuais, que aceitam os costumes dos
países que os hospedam e não impõem condições econômicas, religiosas ou
políticas, não ameaçam nem infundem idéias e tradições, são bem vindos. Caso
contrário, são reprimidos e devolvidos para o lugar de onde vieram. É o mundo
cada vez mais injusto!