
Em agosto de 2014, desesperados, pois não
viam progresso no tratamento tradicional ao qual era submetido, os pais raptaram o próprio filho do hospital
britânico e o levaram para o hospital tcheco conhecido pelo tratamento do
câncer através de uma terapia com prótons. O que foi visto por muitos como
insensatez deu resultado. O último boletim médico afirma que o menino não tem
mais células cancerígenas e os marcadores do tumor deram negativo. Ele já pode
andar, comer e ver perfeitamente. Em outras palavras, está salvo. Mas a
história não terminou aqui. As autoridades britânicas ordenaram a busca e a
captura dos pais que seqüestraram o filho para salvar sua vida. Resta saber se os
pais serão condenados. Ou deveriam ser
condenados os médicos ingleses que, além de ser ineficientes na cura, tentaram
impedir a transferência do doente em busca da salvação?